Sua instituição está preparada para a nova infraestrutura financeira da Saúde?

A saúde suplementar brasileira evoluiu intensamente em gestão, regulação, tecnologia e assistência. Existe, porém, uma dimensão igualmente estratégica que ainda recebe pouca atenção: a infraestrutura financeira que sustenta a relação entre operadoras, rede prestadora e investidores.

 

Hospitais, clínicas, laboratórios e demais prestadores continuam convivendo com prazos alongados de recebimento, elevada necessidade de capital de giro e processos financeiros muitas vezes pouco integrados aos avanços recentes do mercado financeiro.

 

Ao mesmo tempo, o crescimento dos FIDCs, a evolução da duplicata escritural, as registradoras, o PIX, o Open Finance, o Drex e as novas arquiteturas de integração vêm criando as bases para uma nova forma de circulação dos recebíveis originados na assistência.

 

A XVI Capital acredita que essa será uma das grandes transformações da próxima década da saúde suplementar. Por isso, estamos iniciando a série XVI Insights com a publicação do Manifesto: A Infraestrutura Financeira da Saúde Suplementar.

 

O documento apresenta uma visão sobre como operadoras, cooperativas médicas, hospitais, clínicas, investidores e empresas de tecnologia poderão participar da construção de um ambiente financeiro mais moderno, seguro, eficiente e integrado.

 

Mais do que discutir antecipação de recebíveis, o manifesto propõe uma reflexão sobre a evolução estrutural da cadeia assistencial: como transformar recebíveis em ativos financeiros com maior liquidez, segurança jurídica e capacidade de financiamento para todo o setor.

Se fizer sentido, teremos satisfação em agendar uma conversa para discutir como esse movimento pode impactar os processos financeiros, o relacionamento com a rede prestadora e a estratégia de inovação da sua organização.