ERPs, dados e integração na saúde suplementar

Na saúde suplementar, a tecnologia sempre teve papel relevante na gestão de contas médicas, faturamento, auditoria, notas fiscais e pagamentos. Mas uma nova etapa começa a se desenhar.

À medida que recebíveis assistenciais passam a ser tratados como ativos financeiros com potencial de liquidez, os ERPs e as integrações deixam de ser apenas ferramentas de backoffice. Eles passam a ocupar o centro da infraestrutura financeira do setor.

A XVI Capital acaba de publicar o documento “ERPs, dados e integração na saúde suplementar” da série XVI Insights: ERPs, dados e integração na saúde suplementar.

O material discute por que a qualidade dos dados, a padronização de status e a integração entre sistemas serão decisivas para a construção de programas de liquidez para a rede prestadora.

A publicação aborda:

• O novo papel dos ERPs na infraestrutura financeira da saúde;
• A jornada do dado assistencial até o recebível financiável;
• A integração entre operadoras, prestadores, plataformas e FIDCs; 
• Os estágios de maturidade tecnológica; 
• Os cuidados de governança, segurança e LGPD; 
• O papel da inteligência artificial na gestão de exceções, cobrança e risco.

A tese central é simples: a tecnologia só vira vantagem quando seus dados sustentam decisões, liquidez e governança.

Caso faça sentido, teremos satisfação em conversar sobre como essa agenda pode impactar sua instituição, sua rede prestadora e sua infraestrutura financeira.