
A infraestrutura financeira brasileira vem passando por uma transformação profunda.
PIX, Open Finance, duplicata escritural, FIDCs, registradoras, APIs e Drex não são movimentos isolados. Juntos, eles indicam uma mudança estrutural na forma como dados, pagamentos, recebíveis, funding e liquidação financeira passam a se conectar.
Para a saúde suplementar, esse movimento tem implicações relevantes.
Cada procedimento realizado, cada conta médica homologada e cada nota fiscal emitida gera, além de um evento assistencial, um direito de crédito. Em uma infraestrutura financeira mais moderna, esse recebível tende a se tornar mais rastreável, mais financiável e mais integrado aos sistemas de gestão, registro e liquidação.
A XVI Capital acaba de publicar a Publicação 04 da série XVI Insights — A transformação da infraestrutura financeira brasileira, dedicada a esse tema.
O documento analisa como essa nova infraestrutura pode impactar:
A principal mensagem da publicação é que a evolução financeira do setor não será construída apenas por novos produtos de crédito, mas por uma infraestrutura capaz de conectar assistência, dados, funding e liquidação em um ambiente mais seguro, eficiente e escalável.
Será um prazer conversar sobre como sua instituição pode se preparar para essa nova etapa da infraestrutura financeira da saúde suplementar.



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